domingo, 2 de agosto de 2015

EXTRA ! MOISÉS GONÇALVES ME COMUNICA QUE É PRE - CANDIDATO PELO PDT A ´PREFEITO DE UNISTALDA


Peço licença a meus leitores do Exterior, do Brasil inteiro, do Rio Grande do Sul, mas vou ter que dar uma notícia a mais de Unistalda, nossa querida terra.
Meu amigo Moisés, ex prefeito do Município, acaba de me mandar uma mensagem dizendo que o PDT terá um candidato a Prefeito e que ele colocou seu nome à disposição do povo.
Maravilha. Fico contente que as pessoas  ofereçam seus nomes para a grandeza da democracia.
Moisés ainda falou que só mais adiante será  definido seu ou sua vice.

VÃO SE MEXENDO OS AGUAPÉS NA UNISTALDA CAMPEIRA


O blog do sério e competente jornalista Rafael Nemitz noticia que estão consolidadas duas candidaturas, por enquanto, para as eleições municipais. Também fala que em Santa Maria vai o Valdeci com o Fabiano de vice.
No que tange a Unistalda estão fixadas as tendências.
O PP vai com o médico dr. Ribeiro, atual Prefeito, a quem apoiei em épocas passadas. É meu vizinho de campo, tivemos negócios conjuntos e espero que ainda ele me queira bem, pois nada tenho contra sua pessoa.
O PMDB tende a ir com minha mulher Maristela, e a vereadora Regina de vice. Tudo tem que se  sacramentado mais adiante nas convenções.
Resta saber como se comportarão vários líderes locais, todos  com bastante prestígio, do PT, do PDT, PTB e do PSDB.
Para acalmar os ânimos dos raivosos, publico de novo uma foto de uma confraternização lá na minha estância: o dr. Ribeiro lado a lado com Maristela.
Unistalda é de todos nós e não é crime apresentar uma proposta alternativa. Nem a política deve interferir nas amizades.
O povo que escolha. E depois de feita a escolha, que nos demos as mãos.

TOUROS DA GESSINGER - VÁ RESERVAR O SEU ANTES QUE TERMINE A OFERTA







Atenção meus amigos de Unistalda, Santiago e redondezas.
 Vários criadores já  compraram e reservaram seus touros ANGUS OU BRANGUS  da nossa Cabanha. Todos de sêmen importado, com mães tatuadas, exame andrológico e tudo mais .
Vá escolher o seu que a gente pode deixar mais um mês nas nossas pastagens e depois levamos sem custo na sua estância.
O preço do gado não pára de subir.
E nossos touros AINDA  NÃO subiram de preço.
Conosco não tem gre-gre para dizer gregório. Escolhe os touros, acerta o prazo, deixa o cheque pré-datado e pronto.
telefone 55 - 96659559 - com Luiz César

sábado, 1 de agosto de 2015

UNISTALDA- DUPLA DE GUERREIRAS



Maristela - formada em Direito pela Unisinos, assessora concursada do TJRS, pecuarista.
Regina, jovem vereadora, batalhadora.
Ambas vencedoras! Ambas Unistaldenses!

RESGATE HISTÓRICO - O BENZEDOR CAMPEIRO



Uma égua nossa apareceu com uma " berruga". Luiz César, nosso capataz, chamou o sr. José Ferreira, garantindo que a verruga cai em seguida.
A bênção é infalível. Diz que....



sexta-feira, 31 de julho de 2015

FILHO DE PATRÃO, SE QUISER HERDAR E ADMINISTRAR, TEM QUE PEGAR PARELHO NA LIDA


 O Rudolf é candidato a administrar, daqui a uns tempos, a gloriosa Pecuária Gessinger. Ela nos custou sangue , suor e lágrimas. Se eu quisesse iria morar em qualquer lugar do mundo, mas sei que sentiria saudade da minha adorada Unistalda.
Mas sei que muitas propriedades foram  por água abaixo por causa de sucessores que não conheciam a lida.
Rudolf cursa Direito na PUC de P. Alegre.  Mas nas folgas ele pega parelho com todo mundo na fazenda. Não tem moleza.
Hoje foi dia de dosificar os cordeiros e cordeiras e colocar os anéis constritores para tirar as caudas.








RECORRENDO OS CAMPOS PARA VER TOUROS, VACAS, CAVALOS E OVELHAS

Chuva é boa, mas depois um sol amigo  coroa a festa, pois a aveia e o azevém  se desenvolvem e vêm "como um Fuca". Estamos indo loucos de bom em todos os setores e as vendas se prenunciam como ótimas, pois já estamos em pleno vapor vendendo touros. Com os cavalos crioulos estamos indo super bem.






quarta-feira, 29 de julho de 2015

CHERCHEZ LA FEMME OU A FORÇA DE UM FIO DE PENTELHO

Cherchez la femme é uma frase em francês cuja tradução literal é "procure a mulher". A expressão vem do livro de 1854 Les Mohicans de Paris de Alexandre Dumas, pai. [1] Na passagem original, lê-se
Il y a une femme dans toute les affaires; aussitôt qu'on me fait un rapport, je dis: 'Cherchez la femme'.
Cuja tradução para português é:
Há sempre uma mulher envolvida em todos os casos. Assim que me trazem um relatório, digo logo: 'Procurem a mulher'.
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Isso acima está na Wikipédia, mas na Campanha  Gaúcha há um aforisma que agora, ante a depilação radical, tende a desaparecer, mas que diz:" um fio de pentelho tem mais força que uma junta de bois".
O que já se deu de homicídios, suicídios, tragédias, derrocadas políticas e financeiras, por causa do tal do fio de cabelo comprido de que fala a canção sertaneja!
Basta lembrar o caso do Clinton que quase foi defenestrado por causa do viço da estagiária de quem colheu os favores inapropriados.
Pois não é que agora  nos assombra a todos o " suposto" caso" de um  ex governante que, não tendo estudado francês, descurou-se e " teria" levado a namorada em viagens oficiais e a mimoseado com cartões corporativos.
Não, não poderia ter sido aquele amor calmo e ortodoxo ( caso de todos nós, virtuosos cidadãos).Não, não era interesse, nem paixão moderada. Era a lascívia indomada, o estuar da libido, a explosão nuclear do sexo que só ela lhe dava. 
Mudo a frase acima: um fio de pentelho tem mais força que um bi-trem turbinado e tracionado, descendo na banguela serra abaixo.

PREÇO DA CARNE BOVINA - QUAL A SURPRESA ?

Sim, o basbaque tomou conta dos imberbes estagiários das redações de rádios, tvs e jornais.
Eu há um ano anunciei que a carne iria subir.
E porque o frango estacionou?
Porque o frango é produzido de forma sistêmica nos grandes aviários. Os pobres galináceos nem sabem o que é luz solar e sua vida resume-se a comer dia e noite para serem abatidos  em série.
O boi não é assim.
A vaca leva quase um ano para parir. E às vezes aborta espontaneamente ou " falha" como se diz. De vez em quando um raio cai no meio de umas  novilhas e ... prejuízo. Fora os senhores abigeatários que municiam alguns pequenos açougues da periferia.
Hoje quase ninguém quer mais trabalhar numa fazenda, mesmo ganhando bem.
Muita gente desistiu de criar gado para ficar só na soja, no trigo e no arroz.
Criar gado é caro e começa a ficar escasso.
E vai subir mais de preço quando nós, criadores, formos mais unidos e não entregarmos nossas tropas  por preço vil.
E o povo que gosta de carne?
De há muito sustento que carne é complemento. Nunca deveria ser 90% do almoço. A carne de gado tem que ser uma ótima companhia do arroz, do feijão e da salada.
Acho que aqueles bifões que tomam todo o prato junto com uma folhinha de alface, só pagando em euros.

terça-feira, 28 de julho de 2015

SITE MIGALHAS REPRODUZ CRÍTICAS SEVERAS AO JUIZ MORO. VALE A PENA CONFERIR

Sérgio Moro faz “ouvidos de mercador”, diz defesa de Marcelo Odebrecht

 



“Escancarado, desse modo, que a busca da verdade não era nem de longe a finalidade da intimação, a defesa não tem motivos para esclarecer palavras cujo pretenso sentido Vossa Excelência já arbitrou. Inútil falar para quem parece só fazer ouvidos de mercador.”
Solicitada pelo juiz Federal Sérgio Moro a apresentar esclarecimentos sobre o conteúdo de mensagens interceptadas no celular de Marcelo Odebrecht, a defesa do executivo ressaltou que o magistrado já valorou o relatório apresentado pela PF.
O relatório da autoridade policial, em vez de seguir para o MP para oferecimento ou não de denúncia, fez com que Moro, "considerando a aparente gravidade dessas anotações, antes de extrair as possíveis consequências jurídicas", resolvesse "oportunizar esclarecimentos das Defesas dos executivos da Odebrecht, especialmente das de Marcelo Odebrecht, Márcio Faria e Rogério Araújo, acerca das referidas anotações".
O prazo inicial para a manifestação era até quinta-feira, 23, mas os advogados peticionaram pedindo a extensão, concedida pelo juiz Federal para esta segunda-feira, 27. Na sexta-feira, 24, Sérgio Moro decretou nova prisão dos executivos já presos, pois elementos novos justificariam nova deliberação judicial.
Acerca dessa cadeia de acontecimentos, os advogados Dora Cavalcanti Cordani, Augusto de Arruda Botelho e Rafael Tucherman (Cavalcanti & Arruda Botelho Advogados) afirmaram:
Impressiona, igualmente, a dubiedade do discurso de Vossa Excelência. De um lado, quando intima a defesa, assevera que “tudo está sujeito à interpretação”. De outro, porém, antes mesmo de ouvir explicações, prende novamente quem já está preso dando por certo aquilo tudo que estava sujeito a interpretação!
A defesa do presidente da Odebrecht requereu a Sérgio Moro o imediato desentranhamento dos autos do inquérito policial de informações, notas ou conversas privadas que não possuam relação com o caso, de modo a evitar a indevida exposição de terceiros alheios à apuração.
Os advogados também requereram que a PF se abstenha de lançar, neste ou em quaisquer outros autos do sistema e-proc, documentos físicos ou eletrônicos sem prévia definição de pertinência com o objeto dos autos. Isso porque, para a defesa, a PF “transformou as peculiaridades do processo eletrônico em sua aliada na tática de atirar primeiro e perguntar depois”.

 


SEGUE O BELO DEBATE - O PASTOR LUTERANO SILVIO MENCKE RESPONDE AO DR. HERMES DUTRA


Prezado confrade Hermes Dutra.

Obrigado pelo retorno. Ele me motiva a reler o que escrevi e formular minhas palavras com cuidado ainda maior, para evitar mal entendidos.
Antes de mais nada, quero manifestar meu respeito pela tua biografia. Tiveste motivaçao, inteligência e energias para fazer a trilha, apesar dos obstáculos, quando outros, menos brindados, ficaram e ficam a meio caminho. Parabéns. Aliás, neste particular, nossas biografias tem muito em comum. Sou grato que foi-me dada força, que tenho inteligência normal, que vi perspectivas, que meu professor primário foi um bom professor, em escola particular, paga pelos pais, descendentes de imigrantes. Escola particular, com professor pago pelos pais, como nao acontecia na regiao das fazendas, onde somente o dono das terras decidia,  e onde o peao precisava apenas saber laçar rezes e falar "sim, senhor, patrao".
Quando escrevi que as pessoas que foram e sao marginalizadas precisam, para poderem viver,  transgredir as leis que fazemos para marginalizá-las, nao me referia a uma revoluçao organizada, que nao desejo e que nao teria chance de êxito, como mostra nossa história. Em todas as tentativas que fizeram no decorrer da histórtia, ainda que fosse somente se organizarem para sobreviver, os deserdados foram  impiedosamente massacrados. Se surgisse, hoje, um lider com o dom de organizá-los, sua imagem logo seria descontruída, por amplos setores da imprensa (quem sabe, também por parte de jornalistas da capital gaúcha); setores da imprensa que nunca souberam ou nao quiseram informar com isençao, informar sem tomar partido, muitas vezes descaradamente. Nao me referia a uma revoluçao organizada, mas à criminalidade, aos casos de violência que a nós todos assusta e que tanto gostaríamos de ver reduzida ao nivel das sociedades mais igualitárias, a exemplo dos países do Norte Europeu. Também nao fazia previsâo para o futuro, mas referia-me ao que acontece a cada momento, em nossos dias. Nao estou afirmando que os deserdados, os pobres sao mais criminosos que os bem sucedidos da sociedade brasileira gritantemente desigual. Mas sei que a marginalizaçao em favelas, com diária humilhaçao, com falta de perspectivas, de pessoas que vieram dos fundos dos campos, sem preparo, sem crédito, sem poupança, sem indenizaçao, sem estudo, sem formaçao profissional, desenraizados, representa uma realidade propícia para manifestaçôes de violência, ainda mais por parte de quem teve a violência como prática do seu dia a dia : Laçar, derrubar, marcar com ferro, castrar, sangrar e carnear. E entao, entre milhôes de jovens, de pais com essa biografia, haverá um ou dois que envedarao para a violência, dentro de um ambiente de acolhida hostil, humilhante e também violento, nas periferias  das cidades. A partir da década de 1960, mais ainda do que antes, milhôes de famílias experimentaram a violência do êxodo rural (o tsunami da violência), a marginalizaçao estrutural, sistemática, como demontram ainda hoje, as favelas e os ranchos à beira das estradas, em todos os lugares. Antes, quando alguém falava em favelas, referia-se ao Rio de Janeiro. Agora, até mesmo as pequenas cidades do interior passaram a tê-las. Perguntas qual a nossa culpa, que trabalhamos e pagamos impostos. A mim parece que nossa culpa é que permitimos que nossa sociedade fosse assim organizada, porque nao foram os pobres que a organizaram. Eles a sofreram e a sofrem. Quem a organizou foram as pessoas que tiveram o poder das decisôes e nós que nos omitimos, quando tomamos como foco (único?) fazer o nosso sucesso individual (no pior dos casos, quando usamos nosso poder e nossas relaçôes para organizar nossos privilégios, em uma sociedade de privilegiados e esquecidos, uma sociedade de centro e periferia, de luxo e lixo, de condominiados e favelados, de "famílias de bem e maus elementos", de herdeiros de sesmarias e herdeiros de escravos (a matriz de nossa história); uma sociedade que tem como característica  o enorme fosso social, que vejo como a matriz da maioria dos seus males: Por que iria uma político bem sucedido empenhar-se por bom sistema de educaçao coletivo se pode levar seus filhos a uma escola particular? Por que haveria de cuidar de bom transporte coletio se pode sentar no carrao e abrir alas com buzinaços? Por que cuidar de bom sistema de saúde coletivo se pode tratar-se no "estrangeiro"? Por que iria empenhar-se por um sistema de aposentadoria justo se suas relaçôes seu poder lhe permitem acumular aposentadorias ou usufruir de aposentadria privilegiada (penso que nao preciso mencionar exemplos). E quando os deserdados se organizam para exigir serviços melhores, ora, os bem sucedidos chamarâo seus câes de guarda que haverao de mostrar-lhes seu lugar e que os aconselharao a deixarem de ser preguiçosos.
Penso que seja louvável quando damos das nossas sobras aos que delas necessita, como tu fazes. E acho ainda mais louvável quando conseguimos posicionar-nos do lado do fosso onde estao os marginalizados, em nossas ideologias, em nossas convicçôes, em nossa leitura da história, em nossos conceitos sobre o ser humano, em nossa resposta de fé: De que lado do fosso me posiciono, para estreitá-lo? Essa é a pergunta que sempre me inquietou. Há quem dê com satisfaçao em doses de migalhas (e nao estou dizendo que esse seja o teu caso, mesmo porque nao te conheço pessoalmente), desde que a forma como a sociedade está organizada bombeie vantagens aos seus bolsos em doses maciças.
Li com atençao tuas consideraçôes e te agradeço. Elas motivaram-me a reler Tessalonicenses. Vi que o Apóstolo Paulo defende aí a legitimidade do seu apostolado, posto em dúvida por alguns, já que ele nao fez parte dos doze, desde o início. Para que ninguém o acusasse de exploraçao, ele afirma que tem uma profissao e que ele e seus companheiros nao se fazem depender, nao fazem a missao para ganhar benefícios. Portanto, o apóstolo nao fala aí dos "que nao querem trabalhar" por serem preguiçosos. Aproveitei e li também a Carta de Tiago, pouco citada por motivos óbvios, exatamente porque nao permite margem de má interpretaçao quando diz: "Para Deus, o Pai, a religiao pura e verdadeira é esta: Ajudar os órfaos e as viúvas (os deserdados de entao) nas suas afliçôes e nao se manchar com  as coisas más desse mundo (seria a coisa má a construçao secular do fosso? -Tg. 1. 27). Mas ele é mais claro ainda em 2.1-5, onde fala da discriminaçao que a comunidade cristâ deve eliminar. Nao vou citar essa passagem aqui, porque é um pouco extensa.
Para finalizar: Trabalhei toda minha vida com pessoas da classe média (classe média do lugar, geralmente conservadora, moralista e discrimiatória) e, na maioria dos casos, trabalhei com pessoas pobres, muito pobres, totalmente marginalizadas. Nunca encontrei uma única pessoa preguiçosa. No meu entender, nao existe a preguiça como fraqueza moral. Encontrei, isso sim, pessoas doentes, fragilizadas, desorientadas, despreparadas, derrotadas por obstáculos para elas intransponíveis, sem perspectivas; encontrei pessoas postas a trabalhar no lugar errado, em tarefas que as sobrecarregavam, para as quais nao tinham vocaçao, nem formaçao. Sinceramente, nao acredito em preguiça no sentido como o termo geralmente é usado, nao acredito em pessoas que nao querem trabalhar, em princípio. Nem mesmo nas finas damas que desfilam joias às custas da exploraçao que seus maridos praticam. (Profeta Amós). Também elas estao desorientadas. Com meu abraço. Silvio Meincke.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

ATENÇÃO PREFEITOS

Política de abraços, e gestão, são fenômenos diversos. Nada obsta a que o administrador seja um " abraçador" e frequentador de eventos. Até é bom, mas precisa de noções de gestão.
É sempre interessante o eleitor verificar como é que ele age em sua economia particular. É sério, probo?
Falo disso porque me impressionei, como o Brasil se impressionou, com  os livros do Paulo Nicola. Ali ele diz que não é preciso de um canhão para abater uma pomba.
Explico.
Eu não comprarei jamais uma colheitadeira de um quaquilhão de reais se minha lavoura é pequena.É melhor eu terceirizar. É assim, minha tontinha: eu não preciso comprar um avião para viajar ao Rio de Janeiro se só vou uma vez por mês..
Vejo que Prefeitos estão pedindo autorização às Câmaras de Vereadores para comprar máquinas com empréstimos de Bancos.
Sou a favor de máquinas, sou a favor de a Prefeitura ajudar os pequenos agricultores.Sou a favor de compactar o leito das ruas.
Mas convenhamos, a máquina pública é mais complicada.
Não é melhor terceirizar do que gastar um monte de dinheiro imobilizando capital?
O que é melhor para você que quer fazer uma pastagem no seu campo, mas não planta soja: comprar trator e implementos agrícolas ou guardar seu dinheiro para outros investimentos e terceirizar?
Mas aí é que a porca torce o rabo: a terceirização exige certames licitatórios limpos e sem mutreta.
É papel das Câmaras de Vereadores cuidarem bem disso, pena de passarem recibo de cúmplices da malversação.
Lembremo-nos que o DNIT não tem um só trator nas estradas, nem o Daer, nem a Prefeitura de P. Alegre.
A saúde de que pequenos municípios  comprarem maquinário? para dirigirem as benesses aos favorecidos?
Não é melhor haver regras claras e transparentes para os auxílios, tanto aos " companheiros" como para os " contrários"?

domingo, 26 de julho de 2015

ROSANE DE OLIVEIRA DESCOBRE O PARAISO

Nossa querida Rosane não deixa por menos:.para descansar das críticas dos que se incomodam com suas opiniões, recarrega as baterias  na Ilha de San Andres, Caribe Colombiano. É mole? 
Mais imagens no Instagram dela.
Baita figura humana! gente fina mesmo.

A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES - CIRCULA NA INTERNET



 

                    A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES

 

  O ano é 2020 D.C. - ou seja, daqui a poucos anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
 
 

  -
Vovô, por que o mundo está acabando?
 
 

 
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
 
 

  -
Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
 
 

  -
Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
 
 

 
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
   

  -
Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
 
 

  -
Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
 
 

  -
E como foi que eles desapareceram, vovô?
 
 

  -
Ah,foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedadeEles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
 
 

 
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos.Estes foram ensinados a dizer "eu estou pagando e você tem que me ensinar", ou "para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você"ou ainda "meu pai me dá mais de mesada do que você ganha". Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo "gerenciar a relação com o aluno". O professores eram vítimas da violência - física, verbal e moral - que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
   

 
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. "Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular", diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
   

 
Em seguida, os professores foram desmoralizados.Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas "bem sucedidas" eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão - enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade. 

ATÉ COM CHUVA E RESSACA DO MAR EU GOSTO DE XANGRI